Empresas brasileiras se unem para empregar refugiados

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O aumento do número de refugiadas no Brasil nos últimos três anos tem sido observado com atenção por empresas sensíveis aos benefícios da presença de mulheres estrangeiras em seus quadros de funcionários.

Após quase um ano, o programa “Empoderando Refugiados” chegou ao final com 30 refugiados capacitados e 120 representantes de empresas sensibilizados para contratar esta mão de obra.

A iniciativa foi fruto de uma parceria entre Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), Rede Brasil do Pacto Global, ONU Mulheres, consultoria Fox Time, Caritas Arquidiocesana de São Paulo e Programa de Apoio para a Recolocação de Refugiados (PARR), com o apoio das empresas Lojas Renner, Itaipu Binacional, Sodexo e do Consulado da Mulher.

Apesar de anunciado o encerramento deste projeto durante o encontro “Setor Privado e Refugiados no Brasil: Diálogo e Engajamento”, a Sodexo aproveitou para anunciar a abertura de três novas vagas para mulheres nessa condição.

Eles, atualmente, já contam com 20 refugiados e imigrantes entre seus 35 mil funcionários no país.

Já a Fox Time, para ampliar a empregabilidade de mulheres refugiadas, ofereceu em São Paulo cursos de capacitação e de preparo para o mercado de trabalho brasileiro, assessoria de coaching e ajuda psicológica, além de três workshops.

Durante o período de atuação da iniciativa, 11 refugiadas foram encaminhadas para entrevistas em empresas, seis delas foram empregadas e mais duas conseguiram vagas sem a intermediação dos parceiros do projeto.

Uma das refugiadas abriu seu próprio negócio, enquanto outra está na mira da Sodexo, que notou sua habilidade para atuar como secretária-executiva.

Fonte: Por Dentro da África

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