Diversificação dos Investimentos via Bolsa de Valores

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Uma das formas para se obter melhores retornos ao longo do tempo é a famosa diversificação da carteira de investimentos.

Conforme mencionamos em texto anterior, os juros no Brasil vêm caindo e a necessidade de alocar parte dos recursos em investimentos com maior sensibilidade de risco/ retorno é inequívoca para retornos acima do CDI.

Uma classe de ativos muitas vezes mal falada, mas que é componente essencial na carteira de investidores em países com baixas taxas de juros (também conhecidos como países desenvolvidos) são as ações.

Ações são pedaços de empresas negociadas em Bolsas de Valores. Esses pedaços conferem ao detentor direito a receber os lucros dessa empresa via dividendos. Tais ativos são negociados diariamente e muitos possuem grande liquidez diária, de forma que se pode comprar e vender diversas vezes.

BMFBovespa

Somente para referência, seguem abaixo os retornos nos últimos 10 anos de algumas ações selecionadas:

Itaú – 246,7%

Bradesco – 346,4%

Vale – 145,9%

Petrobras – 9,9%

Gerdau – 17,8%

 

Quando se seleciona uma carteira de ações para se carregar no longo prazo (períodos acima de 5 anos), a grande sacada está em diluir a carteira. A ideia é que pela lei dos grandes números, pelo menos uma das ações da carteira venha a ter valorização exponencial, de forma que ainda que haja ações que cheguem a zero, o retorno total da carteira será positivo.

O conceito acima parece simples, mas é onde muitos investidores se atrapalham e acabam abandonando posições vencedoras muito cedo.

Futuramente tratarei de operações com prazos menores em ações e como elas também podem ser atrativas numa carteira diversificada.

 

Eduardo Cavendish

eduardo@cigainvest.com.br

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