Artigo: Como se proteger para as Olimpíadas?

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Olimpíadas chegando, nossas Forças de Segurança treinando e muitos dos nossos policiais e bombeiros não sendo bem remunerados. O Estado do RJ decretou estado de calamidade pública e o pior: iremos receber milhares de pessoas que não estão preparadas para esta realidade.

Pensando em números, a Copa foi uma pincelada do que teremos em menos de 45 dias, pois havíamos distribuição do público nos diferentes Estados da nossa federação e também o número de atletas não era tão volumoso. Agora teremos todos os ovos em uma única cesta.

Vamos acrescentar nesta situação a indicação do EI fazer um atentado em nossa Federação.

Estamos preparados? Quem está? Como estamos?

O Brasil não tem um histórico de atentados e não sabemos como prosseguir nesta situação. Estou falando da reação da população e não sobre as Forças Públicas. Esta realidade está longe de nossa vida e nunca esteve tão perto. O mais próximo que chegamos foram os atentados na Argentina há mais de 20 anos.

Então seguem algumas dicas:

1. Evitemos aglomerados o máximo possível – um atentado foca no número de pessoas, pois o impacto na mídia e força é maior. Difícil falar para evitar aglomerados no maior evento do mundo, porém sempre haverá uma região mais vazia por onde ir.

2. Visualizou objetos fora de contexto, mude a rota – vamos lembrar do atentado na maratona de Boston, quando foi deixada uma bolsa no chão sem contexto nenhum. Saia do local e avise a autoridade mais próxima. NUNCA tenha contato direto com o objeto.

3. Pessoas fora de contexto: mude de rota – não estou falando sobre um argentino no meio da torcida brasileira e sim de alguém que esteja com uma ou mais características: Nervoso, suando, tenso, andando sem rumo e tentando esconder algo embaixo do casaco ou com uma mochila/bolsa muito pesada. Estas são algumas das características que encontramos em terroristas pré-atentado até os dias hoje.

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FABIO TOMASPOLSKI – Brasileiro, naturalizado israelense, Comandante de Esquadrão na Reserva do Exército de Israel, Unidade de Engenharia de Combate. Especialista formado em segurança aeroportuária, aviação civil e segurança de dignitários pelo Serviço de Segurança de Israel (ISA). Atuou como Consultor do “Novo Projeto de Proteção do Presidente Panamenho” (Ricardo Martinelli) e construiu do projeto de segurança da família Krempl na Eslováquia. No Brasil, atua como consultor e gestor de projetos de segurança pessoais, patrimoniais, inteligência, prevenção de perdas e compliance na “A Merkavah”. Tem como grande destaque criação e idealização do projeto de Prevenção de Perdas e Segurança de canteiros de obras da Tecnisa S.A. incluindo o Jardim das Perdizes.

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